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Conversa Fora 30 _ Amélia é que era mulher de verdade?

A música “Ai que saudade da Amélia” ficou com a pecha de machista, e a Amélia como símbolo da mulher submissa. Seus compositores, Mário Lago e Ataulfo Alves, juram que o sentido da música é outro, e esse episódio tenta trazer alguma luz a essa controvérsia.

Seja como for, esse samba se tornou um clássico, e sua influência, para aclamá-lo ou combatê-lo, criou desdobramentos inusitados, trágicos e poderosos. Esse é, sem dúvida, um episódio imperdível.

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Músicas: “Ai que saudade da Amélia”, por Mário Lago (1973), pelo Gabriel o Pensador e Fundo de Quintal; por Ataulfo Alves (1942); “Amélia de você”, de Elena e Eliane de Grammont; “Desconstruindo Amélia”, de Pitty; e “Não Precisa Ser Amélia”, de Bia Ferreira.

Como BONUS, segue um raro relato do próprio Ataulfo Alves, de 1969, contando sobre a composição e gravação da música “Ai que saudade da Amélia”, e em seguida uma belíssima interpretação:

https://jornaldetoronto.ca/wp-content/uploads/2021/06/Depoimento-Ataulfo-1969.mp3

Seguindo o estilo “banquinho e violão”, segue um vídeo de Bia Ferreira cantando a potente música “Não Precisa Ser Amélia”:

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